Porto Alegre, 22 de maio de 2026 – O mercado do frango vivo se deparou com mais uma semana de recuperação dos preços. O quadro de oferta se mostra melhor ajustado, proporcionando espaço para altas mais consistentes. Vale destacar que o ganho de competitividade em relação às proteínas concorrentes é um fator relevante no processo de retomada, da mesma forma que o forte ritmo de exportação favorece o enxugamento do mercado doméstico, informou a Safras Consultoria.
Preços internos
Segundo levantamento de Safras & Mercado, no atacado de São Paulo os preços dos cortes congelados de frango não tiveram mudanças ao longo da semana. O preço do quilo do peito permaneceu em R$ 8,50, o quilo da coxa ficou em R$ 6,80 e o quilo da asa em R$ 11,00. Na distribuição, o preço do quilo do peito ficou em R$ 8,70, o quilo da coxa permaneceu em R$ 7,00 e o quilo da asa em R$ 11,30.
Nos cortes resfriados vendidos no atacado, o cenário da semana também não apresentou mudanças nas cotações. No atacado, o preço do quilo do peito ficou em R$ 8,60, o quilo da coxa permaneceu em R$ 6,90 e o quilo da asa em R$ 11,10. Na distribuição, o preço do peito manteve estabilidade de R$ 8,80, o quilo da coxa ficou em R$ 7,10 e o quilo da asa permaneceu em R$ 11,40.
O levantamento semanal realizado por Safras & Mercado nas principais praças de comercialização do Brasil apontou que o quilo vivo em São Paulo ficou em R$ 5,20.
Na integração do Rio Grande do Sul, a cotação permaneceu em R$ 4,75. Na integração catarinense a cotação do frango continuou em R$ 4,75, enquanto na integração do oeste do Paraná, em R$ 4,60.
No Mato Grosso do Sul, o preço do quilo vivo do frango aumentou de R$ 5,10 para R$ 5,20 e em Goiás de R$ 5,20 para R$ 5,30. Em Minas Gerais, o quilo vivo subiu de R$ 5,20 para R$ 5,30, enquanto no Distrito Federal, de R$ 5,10 para R$ 5,20.
No Ceará, o quilo vivo teve estabilidade de R$ 6,20, no Pernambuco de R$ 5,50 e, no Pará, de R$ 6,40.
Exportações semanais – Secex
As exportações de carne de aves e suas miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas do Brasil renderam US$ 450,495 milhões em maio (10 dias úteis), com média diária de US$ 45,049 milhões. A quantidade total exportada pelo país chega a 238,372 mil toneladas, com média diária de 23,837 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 1.889,9.
Em relação a maio de 2025, há um avanço de 45,7% no valor médio diário, alta de 38,7% na quantidade média diária e valorização de 5% no preço médio. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.





