dsm-firmenich estima que Brasil deve confinar 7,379 milhões de bovinos em 2024

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Porto Alegre, 4 de junho de 2024 – O negócio de Ruminantes da dsm-firmenich, detentora das marcas Tortuga de suplementos nutricionais para animais e FarmTell de softwares de gestão de fazendas, anunciou importantes dados no setor de confinamento de bovinos de corte, como o censo de intenção para 2024.

De acordo com o vice-presidente de Nutrição e Saúde Animal para a América Latina da dsm-firmenich, Luiz Magalhães, o censo de confinamento tem como objetivos identificar a tendência de confinamento no Brasil, calcular o número de boi confinados no Brasil, estabelecer um planejamento estratégico para melhorar a gestão e aumentar a segurança alimentar e a qualidade do produto.

Censo de Confinamento projeta 7,379 milhões de bovinos confinados em 2024

O Censo de Confinamento da dsm-firmenich projeta um volume de 7,379 milhões de bovinos confinados em 2024, representando um aumento de 2,5% em comparação ao ano passado, quando foram mapeadas 7,205 milhões de cabeças. Esses números refletem a tendência de crescimento do sistema intensivo da pecuária de corte no Brasil, que no ano passado registrou um aumento de 3,9% no abate de bovinos.

“O histórico de crescimento do volume de bovinos terminados em um sistema de produção intensivo mostra um movimento robusto em direção ao aumento da produtividade e da rentabilidade. E isso, invariavelmente, passa pela adoção de tecnologias de nutrição que ajudam a impulsionar os resultados zootécnicos e financeiros no campo,” avalia Walter Patrizi, gerente técnico de Confinamento para a América Latina da dsm-firmenich.

Walter sinaliza que há uma tendência no Brasil de que os grandes confinamentos fiquem ainda maiores, com uma redução dos menores. “Apenas para ter uma ideia, os cem maiores confinamentos do Brasil detém 49% do total do rebanho confinado”, destaca.

Em 2024, os cinco estados com maior volume de bovinos confinados são, respectivamente: Mato Grosso, com 1.571.870 animais (21% do total de bovinos confinados); São Paulo, com 1.227.965 animais (17%); Goiás, com 1.199.700 animais (16%); Minas Gerais com 840.870 animais (11%) e Mato Grosso do Sul, com 811.265 mil animais (11%).

“Até o momento, percebemos um aumento do confinamento em alguns estados tradicionais da pecuária, mas queda em outras regiões. Nesse aspecto, o mapeamento desse rebanho nos ajuda a identificar as tendências do confinamento e conhecer as particularidades regionais do sistema, cuja alta ou estabilidade pode estar relacionada a vários fatores que influenciam a atividade,” explica Walter. Ele ressalta ainda que, em qualquer cenário, a aplicação de tecnologias que ajudam a aumentar os índices produtivos da pecuária são economicamente viáveis e fundamentais para melhorar a atividade em vários aspectos.

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Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Safras News

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