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Consumo sazonalmente mais fraco no primeiro trimestre pressiona queda dos preços da carne suína

Suíno

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Porto Alegre, 16 de janeiro de 2026 – O mercado brasileiro de suínos operou sob pressão ao longo da semana. Segundo o analista de Safras & Mercado, Fernando Iglesias, o consumo, tradicionalmente mais fraco no primeiro trimestre, refletiu-se na queda dos preços do animal vivo e nos recuos das cotações da carne no atacado.

“O período é marcado por demanda mais contida, em razão da redução do poder de compra das famílias diante de despesas sazonais, como IPTU, IPVA e material escolar”, explicou.

Além disso, as altas temperaturas limitam o consumo de carne suína, especialmente de produtos industrializados, como embutidos.

Preços

Levantamento de Safras & Mercado apontou que a média de preços do quilo do suíno vivo no centro-sul do país teve queda de R$ 8,00 para R$ 7,84 na semana. A média de preços pagos pelos cortes de pernil no atacado ficou em R$ 13,03 e a média da carcaça foi de R$ 12,20.

A análise semanal de preços de Safras & Mercado apontou que a arroba suína em São Paulo caiu de R$ 167,00 para R$ 164,00. Na integração do Rio Grande do Sul, o quilo vivo continuou em R$ 6,75 e no interior do estado caiu de R$ 8,50 para R$ 8,42.

Em Santa Catarina, o preço do quilo na integração seguiu em R$ 6,70 e no interior catarinense teve alta de R$ 8,40 para R$ 8,43. No Paraná, o preço do quilo vivo teve avanço de R$ 8,35 para R$ 8,37 no mercado livre e, na integração, caiu de R$ 6,90 para R$ 6,80.

No Mato Grosso do Sul, a cotação em Campo Grande recuou de R$ 8,00 para R$ 7,90 e, na integração, seguiu em R$ 6,70. Em Goiânia, os preços seguiram em R$ 8,20. No interior de Minas Gerais, os preços caíram de R$ 8,50 para R$ 8,20 e, no mercado independente, saiu de R$ 8,70 para R$ 8,30. Em Mato Grosso, o preço do quilo vivo em Rondonópolis teve queda de R$ 8,00 para R$ 7,80 e, na integração do estado, caiu de R$ 7,20 para R$ 7,00.

Exportações

As exportações de carne suína “in natura” do Brasil renderam US$ 106,408 milhões em janeiro (6 dias úteis), com média diária de US$ 17,734 milhões. A quantidade total exportada pelo país no período chegou a 42,542 mil toneladas, com média diária de 7,090 mil toneladas. O preço médio ficou em US$ 2.501,2.

Em relação a janeiro de 2025, houve avanço de 81% no valor médio diário, alta de 77,4% na quantidade média diária e ganho de 2% no preço médio. Os dados são da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

Ritiele Rodrigues (ritiele.rodrigues@safras.com.br) / Safras News

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