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Chicago fecha em alta no trigo com suporte do clima nas Planícies dos EUA

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A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou a sessão desta quarta-feira (7) em alta, sustentada pelas preocupações com o desenvolvimento das lavouras de inverno nas Planícies dos Estados Unidos. As condições mais secas na região elevaram os riscos ao potencial produtivo do cereal durante o período de dormência, mantendo o clima como principal fator de suporte ao longo do dia.

O viés positivo foi reforçado por dados divulgados pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que apontaram piora nas avaliações de condição das lavouras de trigo de inverno ao longo de dezembro no Kansas, principal estado produtor do cereal no país, e em outras áreas relevantes das Planícies.

Além disso, o mercado começou a se posicionar diante da expectativa pelos próximos relatórios oficiais do governo norte-americano. Analistas consultados pela Dow Jones e pelo The Wall Street Journal projetam que os estoques trimestrais de trigo dos Estados Unidos devem ser indicados em 1,636 bilhão de bushels em 1º de dezembro de 2025, acima dos 1,573 bilhão de bushels registrados no mesmo período do ano passado, mas abaixo dos 2,120 bilhões de bushels contabilizados em 1º de setembro. As estimativas variam de 1,590 bilhão a 1,696 bilhão de bushels, o que reforça a cautela dos investidores antes da divulgação oficial.

As atenções também se voltam ao relatório de área plantada. O plantio de trigo de inverno nos Estados Unidos em 2026 deve totalizar 32,3 milhões de acres, abaixo dos 33,2 milhões de acres de 2025, segundo estimativas também compiladas pelo The Wall Street Journal e pela Dow Jones. Para o trigo hard vermelho de inverno, a projeção é de 23 milhões de acres, ante 23,5 milhões no ano passado. No soft vermelho de inverno, são esperados 5,9 milhões de acres, contra 6,1 milhões, enquanto o trigo branco de inverno deve somar 3,5 milhões de acres, levemente abaixo dos 3,6 milhões registrados em 2025.

Apesar da alta no pregão, os ganhos seguiram limitados pelo cenário de ampla oferta global. A entrada de trigo recém-colhido no mercado internacional, proveniente de uma safra recorde esperada na Argentina, ampliou a disponibilidade do cereal e atuou como freio para movimentos mais intensos de valorização.

Os contratos com entrega em março de 2026 fecharam cotados a US$ 5,18 por bushel, alta de 7,50 centavos, ou 1,46%, em relação ao fechamento anterior. Os contratos com entrega em maio de 2026 encerraram a US$ 5,28 por bushel, avanço de 6,75 centavos, ou 1,29%.


Luciana Abdur – luciana.abdur@safras.com.br (Safras News)
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