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Negociações são limitadas no mercado físico de algodão, com compradores ajustando bases

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Porto Alegre, 23 de janeiro de 2026 – O mercado brasileiro de algodão apresentou negociações limitadas ao longo da semana. Os compradores ajustaram para baixo suas bases, com algum interesse pontual para entrega em 30 dias. Enquanto isso, os produtores se mantiveram cautelosos, contribuindo para conter uma pressão maior sobre as cotações domésticas, informou a Safras Consultoria.

No mercado paulista, a indicação média CIF fechou a quinta-feira (22) em R$ 3,51 por libra-peso, recuo de 0,58% frente aos R$ 3,54 por libra-peso da quinta anterior (15). Já em Rondonópolis (MT), a pluma foi negociada a R$ 109,22 por arroba, acumulando queda semanal de R$ 1,47 por arroba.

Área plantada em 2025/26 – Abrapa

De acordo com o primeiro levantamento da safra 2025/2026 da Abrapa, a área plantada de algodão deverá reduzir em 5,5% chegando a 2,052 milhões de hectares na nova safra. A produtividade de pluma por hectare é projetada em queda de 4,7% (1.866 kg de pluma por hectare). Com isso, a projeção de pluma é estimada em 3,829 milhões de toneladas na safra 2025/2026, queda de 9,9%.

A semeadura da safra 2025/26 iniciou no Brasil, e se intensifica durante o mês de janeiro de 2026 nos estados que plantam o algodão segunda safra. A colheita da soja em ritmo mais rápido que em 2025 no estado do Mato Grosso, favorece os trabalhos de campo de plantio do algodão. Até 08 de janeiro, 18% da área já havia sido semeado, conforme levantamento da Abrapa.

Custeio 2026/27 em MT – Imea

Em janeiro/26, o projeto CPA-MT1 divulgou a primeira estimativa de custo de produção do algodão para a safra 26/27 em Mato Grosso. Segundo o Instituto, o custeio ficou projetado em R$ 10.653,57/ha, redução de 1,13%, quando comparado ao consolidado da safra 25/26, pautado principalmente pelo recuo com as despesas de fertilizantes e corretivos.

Com isso, o custo operacional efetivo (COE) ficou previsto em R$ 15.255,21/ha, queda de 0,59% frente à estimativa do ciclo 25/26. Contudo, apesar da baixa no custeio e no COE, o custo total (CT) ficou projetado em R$ 18.917,57/ha, estando 2,44% superior em relação à safra 25/26, decorrente sobretudo do custo de oportunidade, que está 21,20% maior.

Por fim, é essencial que o cotonicultor se planeje de forma antecipada para o ciclo 26/27, especialmente diante das incertezas relacionadas aos preços, custos e condições de mercado. As informações partem do Imea.

Sara Lane – sara.silva@safras.com.br (Safras News)

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