A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com a maioria dos preços mais altos. Com exceção das duas posições mais próximas, as cotações foram sustentadas por um quadro de demanda firme pelo cereal estadunidense e pelos ganhos do petróleo em Nova York.
A perspectiva de uma ampla oferta global e a valorização do dólar frente a outras moedas, por outro lado, limitou um maior avanço no pregão. Isso fez com que a posição março/26 registrasse queda e com que a posição maio/26 fechasse a sessão estável.
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) deverá, no seu relatório de janeiro, indicar redução na projeção para a safra de milho dos Estados Unidos em 2025/26. Os estoques de passagem americanos devem ser revisados para baixo. Os dados para oferta e demanda americana e mundial do cereal serão divulgados na segunda (12), às 14h.
Analistas consultados pelas agências internacionais indicam que o número para a safra americana deverá ser cortado de 16,752 bilhões para 16,544 bilhões de bushels. Para os estoques americanos em 2025/26 a previsão deverá ficar em 1,982 bilhão de bushels, contra 2,029 bilhões de bushels previstos em dezembro.
Em relação ao quadro de oferta e demanda mundial de milho, o mercado aposta em estoques finais 2025/26 de 280 milhões de toneladas. Em dezembro, o número ficou em 279,2 milhões de toneladas.
Os contratos de milho com entrega em março fecharam a US$ 4,46, com baixa de 0,75 centavo, ou 0,16%, em relação ao fechamento anterior. A posição maio fechou a sessão a US$ 4,54 por bushel, estável em relação ao fechamento anterior.
Pedro Diniz Carneiro – pedro.carneiro@safras.com.br (Safras News)
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