Logo (4)
COTAÇÕES
Dólar
Euro

Junho de altas nas bolsas para o café com apreensões com colheita no Brasil

Links deste artigo

Porto Alegre, 03 de julho de 2026 – O mês de junho foi de tradicional volatilidade no mercado internacional de café. Nas bolsas, o mercado observou a evolução da colheita no Brasil, prejudicada pelo clima chuvoso, causado pelo fenômeno El Niño, e isso garantiu suporte a avanços nas cotações do arábica na Bolsa de Nova York e do robusta em Londres. No Brasil, o mercado acompanhou o movimento.

 

A colheita no Brasil finalizou junho tendo um avanço um pouco melhor nos trabalhos, com clima seco nas regiões favorecendo o andamento. Porém, ao longo do mês, choveu no cinturão cafeeiro. Além de atrasar a colheita, houve empecilhos para a secagem e beneficiamento dos grãos. Resultado natural é que a chegada de grãos novos no mercado atrasou.

 

Outro aspecto é a piora na qualidade do arábica, especialmente, com o excesso de umidade. Esse rumor foi crescendo no mercado e os indícios permanecem de prejuízos à qualidade do café por conta das chuvas fora de época, e que são resultado do fenômeno El Niño.

 

Segue a expectativa de uma ampla safra em volume, possivelmente recorde. Mas, o atraso na chegada da safra ao mercado e com qualidade afetada naturalmente influenciou os preços. A queda nos estoques certificados em NY foi outro aspecto de sustentação e o mercado ainda lidou com o humor geral financeiro em meio às instabilidades geopolíticas com a guerra no Oriente Médio, que mexeu com o dólar contra outras moedas e com o petróleo.

 

Na Bolsa de Nova York, o arábica atingiu no contrato setembro ao final de junho os patamares mais elevados em cinco meses. No balanço mensal, este contrato acumulou alta de 14,6%, já que havia encerrado maio a 258,70 centavos de dólar por libra-peso e terminou junho em 296,45 centavos. O robusta em Londres teve alta de 9,3% no mesmo comparativo no contrato setembro.

 

No Brasil, o mercado físico teve uma transição em junho, com negócios para cafés remanescentes da safra 2025 e a entrada definitiva de grãos novos como referência da safra 2026. Os produtores dosaram a oferta, e os compradores procuraram limitar os impactos de alta das bolsas diante da expectativa de crescimento no volume disponibilizado com a entrada da safra nova.

 

Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência Safras News

 

Copyright 2026

Compartilhe

  • Deixe uma resposta
    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *
PLATAFORMA SAFRAS

RELACIONADOS

  • Todos
  • Açúcar
  • Açúcar e Etanol
  • Agenda da Semana
  • Agricultura de Precisão
  • Agronegócio
  • Algodão
  • Arroz
  • Biodiesel
  • Blog Açúcar
  • Blog açúcar e etanol
  • Blog Agricultura de Precisão
  • Blog Algodão
  • Blog Arroz
  • Blog Biodiesel
  • Blog boi
  • Blog Café
  • Blog clima
  • Blog Feijão
  • Blog Fertilizantes
  • Blog Frango
  • Blog Milho
  • Blog Plataforma Safras
  • blog safras
  • Blog Soja
  • blog suíno
  • Blog Trigo
  • Boi
  • Café
  • Clima
  • Destaque
  • Economía
  • Economia
  • Empresas
  • Empresas
  • Feijão
  • Fertilizantes
  • Financeiro
  • Frango
  • Mercado
  • Milho
  • Plataforma Safras
  • SAFRAS Podcast
  • SAFRAS TV
  • Sem categoria
  • Social BR
  • Social Latam
  • Soja
  • Suíno
  • Trigo

Ganhe uma visão uniforme e aprofundada do agronegócio com a Plataforma Safras: acesse análises, preços comerciais, fretes, paridades, estatísticas, indicadores, notícias, gráficos e baixe relatórios em um único lugar!

TUDO SOBRE O AGRONEGÓCIO

 GLOBAL EM UM SÓ LUGAR

Ver Pacotes
Group 139 1

CADASTRE SEU E-MAIL E FIQUE POR DENTRO DAS INFORMAÇÕES SOBRE O AGRONEGÓCIO.

Cadastrar