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IGP-M cai 0,34% em março

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Porto Alegre, 28 de março de 2025 – O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) caiu para -0,34% em março, apresentando expressivo recuo em relação a fevereiro, quando havia registrado alta de 1,06%. Com esse resultado, o índice acumula alta de 0,99% no ano e 8,58% nos últimos 12 meses. Em março de 2024, o IGP-M registrou uma queda de 0,47% no mês, acumulando uma redução de 4,26% em 12 meses.

 

“No IPA, a principal contribuição para a queda do IGP-M veio do minério de ferro, que registrou recuo nos preços diante de um cenário de preocupações com a guerra comercial. A desaceleração no IPC foi influenciada, principalmente, pela dissipação do impacto dos reajustes das mensalidades escolares, mas também pela forte queda nos preços das passagens aéreas. Já no INCC, o grupo Mão de Obra registrou desaceleração na taxa de variação, impactando significativamente a retração dos preços da construção”, afirma Matheus Dias, economista do FGV IBRE.

 

Em março, a taxa do Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) desacelerou para -0,73%, registrando um recuo significativo em relação a alta de 1,17% observada em fevereiro. Analisando os diferentes estágios de processamento, percebe-se que o grupo de Bens Finais acelerou para 0,61% em março, após alta de 0,42% em fevereiro. Registrando comportamento oposto, o índice correspondente a Bens Finais (ex), que exclui os subgrupos de alimentos in natura e combustíveis para consumo, recuou de 0,11% em fevereiro para 0,04% em março. A taxa do grupo Bens Intermediários caiu 0,13% em março, invertendo a trajetória em relação ao mês anterior, quando subiu 1,01%. O índice de Bens Intermediários (ex) (excluindo o subgrupo de combustíveis e lubrificantes para a produção) seguiu o mesmo comportamento retrocedendo para 0,10% em março, após alta de 0,71% em fevereiro. O estágio das Matérias-Primas Brutas alterou o comportamento de sua taxa, registrando uma queda de 1,94% em março, após subir 1,75% em fevereiro.

 

Em março, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou taxa de 0,80%, apresentando um recuo em relação ao mês anterior, quando o índice subiu 0,91%. Entre as oito classes de despesa que compõem o índice, três apresentaram reduções nas suas taxas de variação: Educação, Leitura e Recreação (0,29% para -1,60%), Transportes (1,46% para 0,70%) e Despesas Diversas (0,81% para 0,60%). Em contrapartida, os grupos Alimentação (0,89% para 1,39%), Habitação (1,49% para 1,73%), Comunicação (0,02% para 0,68%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,42% para 0,60%) e Vestuário  (-0,28% para 0,12%) exibiram avanços em suas taxas de variação.

 

Em março, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) desacelerou para 0,38% em março, após registrar alta de 0,51% no mês anterior. Analisando os três grupos constituintes do INCC, observam-se movimentações similares nas suas respectivas taxas de variação na transição de fevereiro para março: o grupo Materiais e Equipamentos variou de 0,43% para 0,42%; o grupo Serviços desacelerou de 0,68% para 0,19%; e o grupo Mão de Obra recuou de 0,59% para 0,35%.

 

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