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RADAR DO DIA: Trump visita China; tensão no Oriente Médio; fala de Galípolo e importantes indicadores

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São Paulo, 13 de maio de 2026 – Em uma manhã em que os mercados retomam fôlego e procuram direcionamento, as atenções dos investidores se dividem entre o cenário geopolítico, fala do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo e importantes indicadores no Brasil e no exterior.

 

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump,  deve chegar a Pequim nesta quarta-feira (13) para uma reunião bilateral com o líder chinês, Xi Jinping, em meio ao impasse nas negociações envolvendo a guerra com o Irã. A viagem marca a primeira ida de Trump à China desde 2017. As conversas oficiais com Xi Jinping devem ter como foco temas como guerra no Oriente Médio, tarifas comerciais, semicondutores, terras raras e tensões envolvendo Taiwan.

 

No comércio, os Estados Unidos serão representados por Jamieson Greer. Ele enfrentará o desafio de prorrogar um acordo fechado em outubro de 2025, quando os EUA reduziram as tarifas contra Pequim em troca da garantia do fluxo de exportações de terras raras, entre outras exigências. Greer também deve tentar negociar um acordo para ampliar a compra de produtos agrícolas, como carne e grãos, pela China.

 

A Agência Internacional de Energia (AIE) alertou que a recuperação do mercado global de petróleo após o choque provocado pelo fechamento parcial do Estreito de Ormuz poderá levar vários meses, mesmo após a retomada gradual do tráfego marítimo na região. A AIE projeta agora contração da demanda global de petróleo de 420 mil barris por dia em 2026, piorando significativamente frente à previsão anterior de queda de apenas 80 mil barris diários. A AIE passou a projetar queda global de oferta de 3,9 milhões de barris diários em 2026, ante previsão anterior de retração de 1,5 milhão de barris por dia.

 

O Produto Interno Bruto (PIB) da zona do euro foi confirmado com alta de 0,1% no primeiro trimestre de 2026 em relação aos três meses anteriores, marcando o ritmo de expansão mais fraco desde o segundo trimestre de 2025. Na comparação anual, a economia do bloco avançou 0,8% no primeiro trimestre, desacelerando frente ao crescimento de 1,2% registrado no período anterior e atingindo o nível mais baixo desde o segundo trimestre de 2024. O resultado ficou em linha com as estimativas do mercado.

 

Às 9h30, o mercado volta suas atenções para a divulgação do IPP de abril nos Estados Unidos. O mercado projeta uma alta mensal de 0,5%, repetindo o mês de março. Ontem a questão inflacionária voltou a preocupar os investidores, com um resultado acima do esperado do IPC americano.

 

No Brasil, os investidores aguardam os números de março do varejo e a aposta é de estabilidade mensal e de alta de 2,25% na comparação anual. O resultado será divulgado às 9h. No mesmo horário o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, abre a Conferência Anual do BC.

 

Ontem, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou a Medida Provisória (MP) que possibilitou o fim da chamada taxa das blusinhas. Com a medida, o Ministério da Fazenda passa a ter o poder de alterar as alíquotas do imposto de importação no âmbito do regime de tributação simplificada das remessas postais internacionais e zerar a tributação de compras internacionais de até US$ 50.

 

No cenário corporativo, as operações da JBS no Brasil registraram lucro operacional ajustado de US$ 101 milhões no primeiro trimestre de 2026, o que representa um avanço de 27,3% frente ao mesmo período do ano anterior. No primeiro trimestre de 2025, o resultado havia sido de US$ 80 milhões.

 

A receita líquida no Brasil totalizou US$ 3,789 bilhões entre janeiro e março de 2026, alta de 19,5% na comparação com o primeiro trimestre de 2025, quando somou US$ 3,170 bilhões. O desempenho foi sustentado principalmente por preços mais elevados e melhora no mix de vendas.

 

O Ebitda ajustado (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) atingiu US$ 168 milhões, crescimento de 27,9% frente aos US$ 131 milhões do primeiro trimestre de 2025. A margem Ebitda passou de 4,1% para 4,4%, uma alta de 0,3 ponto percentual.

 

Dylan Della Pasqua / Safras News

 

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