São Paulo, 11 de maio de 2026 – As instituições financeiras ouvidas pelo Banco Central (BC) na pesquisa Focus elevaram de 4,89% para 4,91% a previsão para a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2026. A meta para a inflação no período é de 3,00%.
A previsão de inflação nos preços administrados – que são controlados por contrato ou pelo poder público – aumentou de 4,98% para 5,01%, enquanto a projeção para a inflação medida pelo Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) subiu de 5,50% para 5,60%.
Para 2027, as instituições financeiras mantiveram em 4,00% a previsão para a inflação medida pelo IPCA. A meta para a inflação no período é de 3,00%.
A previsão de inflação nos preços administrados em 2027 ficou estável em 3,80%, enquanto a projeção para a inflação medida pelo IGP-M manteve-se em 4,00%.
As instituições mantiveram em 1,85% a previsão para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2026. A projeção para 2027 aumentou de 1,75% para 1,76%.
O BC estima que a economia brasileira crescerá 1,6% em 2026, segundo a edição mais recente do Relatório de Política Monetária (RPM), publicada em março.
A pesquisa apontou em em 13,00% a previsão para a taxa básica de juros (Selic) ao final de 2026. Atualmente, ela está em 14,50%, o que significa que o mercado espera um corte de 1,50 ponto porcentual (pp) até o final do ano.
Para 2027, a estimativa para a taxa Selic subiu de 11,00% para 11,25%. Há quatro semanas, a estimativa para a Selic ao fim de 2026 estava em 10,50%.
A projeção para a taxa de câmbio em 2026 diminuiu de R$ 5,25 para R$ 5,20 por dólar, enquanto a estimativa para 2026 manteve-se em R$ 5,30 por dólar. Há quatro semanas, a previsão para 2026 era de R$ 5,37, enquanto a previsão para 2026 estava em R$ 5,40.
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