A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com os preços mais baixos. O mercado foi pressionado pela forte queda do petróleo em Nova York, associada à redução das tensões entre os Estados Unidos e o Irã. A valorização do dólar frente a outras moedas complementou o quadro negativo.
Além disso, as chuvas recentes no oeste da Argentina melhoraram a umidade do solo, embora a Bolsa de Buenos Aires destaque que novas precipitações ainda serão necessárias nas próximas semanas para evitar perdas de rendimento. O quadro de demanda aquecida pelo produto dos Estados Unidos limitou uma maior queda.
As inspeções de exportação norte-americana de milho chegaram a 1.136.352 toneladas na semana encerrada no dia 29 de janeiro, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).
Na semana anterior, haviam atingido 1.547.064 toneladas. Em igual período do ano passado, o total inspecionado foi de 1.260.984 toneladas. No acumulado do ano-safra, iniciado em 1o de setembro de 2025, as inspeções somam 32.611.083 toneladas, contra 21.761.284 toneladas no acumulado do ano-safra anterior.
Os contratos de milho com entrega em março fecharam a US$ 4,25 3/4, com baixa de 2,50 centavos, ou 0,58%, em relação ao fechamento anterior. A posição maio fechou a sessão a US$ 4,33 1/2 por bushel, recuo de 2,25 centavos ou 0,51% em relação ao fechamento anterior.
Pedro Diniz Carneiro – pedro.carneiro@safras.com.br (Safras News)
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